Privacidade
Esta página diz o que guardamos, onde, por quanto tempo e como pedir exclusão. Este site não usa cookies e não há ferramenta de análise de tráfego.
Lista de espera
O que coletamos. Nome, e-mail e, se você informar, o nome do escritório ou da empresa.
Para quê. Enviar a confirmação da inscrição e, depois, o convite para o beta. Nada além disso.
Onde fica. No banco de dados da Crivo Legal, hospedado na Supabase.
Por quanto tempo. Até você pedir a exclusão.
Como excluir. Escreva para contato@crivocertidoes.com.br pelo mesmo e-mail inscrito. Removemos a linha e respondemos confirmando.
Aplicativo
Na sua máquina. Os PDFs das certidões, os CPFs e CNPJs consultados, os dados de cada pessoa informados no lote (como nome, data de nascimento, RG e nome da mãe) e o histórico de pedidos ficam em um banco de dados local, na pasta de dados do aplicativo. Desinstalar o aplicativo não apaga esse acervo.
Na nuvem. A conta de acesso, o saldo de créditos e metadados de emissão: tipo de certidão, datas e resultado. Para os tipos emitidos localmente, não vai CPF, CNPJ, nome nem o PDF, com as exceções abaixo.
Leitura de documentos por inteligência artificial. Se você incluir um PDF ou uma foto no lote, ou pedir a leitura por inteligência artificial de uma planilha que o aplicativo não conseguiu ler, o conteúdo vai para a nuvem do Crivo e, de lá, para o Google (Gemini), fora do Brasil: o PDF como está, a foto reduzida e, da planilha, a primeira aba, como texto. O Google devolve as pessoas encontradas, com nome, CPF ou CNPJ e data de nascimento, para você conferir. A nuvem do Crivo não guarda o conteúdo nem o registra em log. As planilhas .xlsx e .csv que o aplicativo lê sozinho não saem da máquina.
CNDT. Se o aplicativo não conseguir ler o resultado no PDF da CNDT, ele envia o PDF à nuvem do Crivo e, de lá, ao Google (Gemini), fora do Brasil, que devolve só a classificação: negativa, positiva ou positiva com efeito de negativa. A nuvem do Crivo não guarda o PDF.
Desafios de verificação. No TST e no TRT-15, a imagem do desafio de verificação (captcha) vai à nuvem do Crivo e é resolvida pelo Google (Gemini) ou pela 2Captcha. A imagem não traz dados da pessoa consultada.
Receita Federal. Entre 02/09 e 03/10/2026, a CND da Receita Federal também pôde ser emitida por um servidor do Crivo, por meio de um navegador remoto da Browserless, fora do Brasil, com o CPF ou CNPJ e, para pessoa física, a data de nascimento. As emitidas assim, com o documento consultado e o PDF, seguem na nuvem do Crivo, junto do seu acervo, assim como os pedidos enviados nesse período. Desde 03/10/2026, ela é emitida só pelo aplicativo, no seu computador.
SEFAZ-SP. Até 14/10/2026, a certidão estadual de São Paulo era emitida por um servidor do Crivo, por meio de um navegador remoto da Browserless, fora do Brasil. As emitidas assim, com o CNPJ ou CPF consultado e o PDF, seguem na nuvem do Crivo, junto do seu acervo, assim como os pedidos enviados à nuvem. Versões do aplicativo anteriores à 0.3.56 ainda podem enviar esse pedido, com o CNPJ ou CPF, à nuvem do Crivo, que já não emite essa certidão; o pedido fica guardado lá. A Certidão Única de Débitos de SP, que a substituiu, é emitida pelo aplicativo no seu computador.
Login gov.br. A Certidão Única de Débitos de SP é emitida no SIDEB, o portal da Fazenda e da Procuradoria de São Paulo, com o login gov.br de quem usa o aplicativo. O login é feito por você, numa janela do Chrome que o aplicativo abre, e a senha não passa pelo aplicativo. Para emitir depois sem pedir o login a cada certidão, o aplicativo guarda neste computador os cookies da sessão do portal de São Paulo, cifrados pelo Windows, e o primeiro nome que o SIDEB mostra, para a tela de Configurações; o perfil do Chrome dessa janela guarda os cookies dele, como qualquer navegador. Nada disso vai para a nuvem do Crivo. Desconectar, em Configurações, apaga a sessão guardada.
TJ-SP. As certidões do Tribunal de Justiça de São Paulo são pedidas do seu computador, mas o tribunal leva de minutos a dias para liberar o PDF. Para buscá-lo mesmo com o aplicativo fechado, o número do pedido, a data, o prazo e o CNPJ ou CPF da pessoa vão para a nuvem do Crivo e ficam guardados lá, e um servidor do Crivo consulta o tribunal duas vezes por dia até a certidão sair. O PDF baixado fica na nuvem, junto do seu acervo, inclusive o das certidões criminais. O nome da pessoa não vai no pedido de busca, mas o PDF traz os dados que o tribunal imprime nele. O e-mail de contato informado ao tribunal é o do Crivo, que recebe as mensagens do tribunal sobre o pedido.
Portais. Os demais órgãos emissores são acessados diretamente do seu computador, com o seu endereço de rede. Na maioria dos portais, o aplicativo usa o seu Chrome; no TST, fala diretamente com o portal.
Conector para assistentes de inteligência artificial. Se o escritório ligar o aplicativo a um assistente de inteligência artificial (Claude Desktop, Claude Code ou Codex) pelo conector, em Configurações, o assistente consulta o acervo neste computador. O que ele consulta é enviado ao provedor dele pela conta do escritório: os nomes, os documentos mascarados nas listagens e, quando ele pede, o texto integral e o PDF das certidões. O provedor do assistente (como Anthropic ou OpenAI) é escolhido e contratado pelo escritório e não é fornecedor do Crivo. O aplicativo guarda neste computador só um resumo criptográfico da chave do conector, e a chave não vai para a nuvem do Crivo. Recomendamos planos com compromissos empresariais de privacidade ou desativar o uso dos dados para treinar modelos.
Publicações no DJEN. Se você ativar o monitoramento na tela Publicações, ficam na nuvem do Crivo o documento monitorado (o CNPJ do escritório, que só quem administra a conta cadastra, ou o seu próprio CPF) e o nome a buscar, com até duas outras formas dele. Todo dia, um servidor do Crivo envia esse nome e esse documento à API pública do DJEN, do Conselho Nacional de Justiça, para procurar comunicações mesmo com o aplicativo fechado. As publicações encontradas também ficam na nuvem: os dados da publicação (tribunal, órgão, processo, classe, tipo, data e link), um trecho e o texto da comunicação. O monitoramento do escritório é visto pelos membros do escritório, e o do seu CPF, só por você; a equipe do Crivo acompanha apenas totais por dia, sem escritório nem pessoa. A base legal é o seu consentimento (LGPD, art. 7º, I), registrado na declaração que você aceita ao cadastrar, inclusive para dado sensível seu, como de saúde, que apareça nas publicações (art. 11, I); os dados de outras pessoas citadas nelas são de acesso público (art. 7º, § 3º) e servem só para você conferir as suas. O Crivo não confere os nomes: quem cadastra declara que são seus ou do escritório. As publicações ficam guardadas por até 12 meses da data em que saíram no DJEN, e o histórico de leituras por 90 dias. Remover o monitoramento apaga tudo na hora, e “Não é meu” apaga na hora o texto das comunicações daquele processo já encontradas; o número do processo marcado como “Não é meu” fica guardado enquanto o monitoramento existir, para não voltar a aparecer. Se o Crivo Certidões for desativado para o escritório, tudo é apagado em 30 dias. Cancelar a faixa paga não desativa o produto: o escritório volta ao plano Grátis e o monitoramento continua. Fica só o registro do seu aceite e da remoção, enquanto a conta do escritório existir. Nome, documento e texto das publicações nunca vão para registros técnicos, avisos ou e-mails, e o monitoramento não serve para vigiar clientes do escritório.
Controlador e contato
Crivo Certidões é um produto da Crivo Legal. Pedidos de acesso, correção ou exclusão: contato@crivocertidoes.com.br.